Sejamos Bandeirantes do século XXI

Os momentos de grandes crises sociais, religiosas e morais, paradoxalmente, são geradores de grandes atos de fidelidade a Deus, à Igreja, à Pátria, à cidade. No futuro os olhos estarão voltados para aqueles que conseguiram reverter grandes adversidades de hoje. E delas nossos dias estão repletos. É hora dos que estão dispostos a fazer, dentro da lei, todo o possível para RESISTIR à presente degringolada. Como? Conscientizando e unindo aqueles que compartilham o mesmo pensamento e os mesmos princípios numa força de opinião inabalável e ativa.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

O mito grandioso do Brasil católico reaparece na Paulista


Quem circulou pela Avenida Paulista ontem, 5ª. feira, 19 de abril, teve ocasião de contemplar um autêntico indicativo do “politicamente incorreto povo brasileiro”. Foi a acolhida simpática, pacífica, normal, do público para com a audaciosa campanha do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira contra o aborto e as práticas homossexuais.
Os temas não poderiam ser mais polêmicos e atuais.
Dois livros de autoria do conhecido Padre David Francisquini eram oferecidos aos transeuntes por jovens e adultos envergando uma faixa dourada – uma beca de inspiração medieval, hoje em dia adaptada por alguns corais ou associações – com um distintivo contendo a foto de Plinio Corrêa de Oliveira, fundador da conhecidíssima TFP e patrono do atual IPCO.

Além disso, estandartes dourados, com o mesmo distintivo em tamanho grande, pairavam sobre o público ao som argênteo de trompetes, resultando tudo num ambiente impregnado do incomparável perfume católico que a Idade Média destilou. Nada mais profundamente tradicional e mais autenticamente atual. Sim, nada mais moderno se comparado ao estilo “idade da pedra lascada” que caracteriza cada vez mais certas manifestações atuais.
Evidentemente, a grande mídia esquerdista, “sempre imparcial”, não viu a campanha. Por que será?
Contudo, o que mais chamou a atenção foi, para alguns conhecer, para outros rever, um movimento autenticamente brasileiro, composto por jovens e adultos, dotados de trato fino e respeitoso, afável e varonil, cortês e nobre, com ideias claras e argumentos sólidos, defendendo princípios sagrados da Lei de Deus, e do Direito Natural, com ufania de serem católicos.
Na realidade, o mito grandioso do Brasil católico reapareceu na Paulista ontem.
Era fácil perceber nas fisionomias de muitos passantes a expressão: Estes sim são católicos; ainda bem que eles existem!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Carnaval, metamorfose que ofende a Deus



         Ao mesmo tempo tristes e indignados, nós católicos, vemo-nos obrigados todos os anos a desagravar o Nosso Deus pelos repetidos ultrajes perpetrados contra Ele no Carnaval, pelo fato deste estar se metamorfoseando de uma antiga folia inocente, alegre e sob vários aspectos até fina, numa espécie de apoteose tribalista, imoral, pagã e, pior de tudo, blasfema.
         Jornais noticiam que a PM da Bahia vai colocar 20 mil policiais na rua e o governo vai distribuir gratuitamente 500 mil preservativos no Rio de Janeiro para consumo no Carnaval.
         Assumindo essas características, como negar que o Carnaval vai realmente se metamorfoseando em algo sumamente pecaminoso? Qual é o saldo de ofensa a Deus após o Carnaval?
Tal metamorfose, infelizmente, não se restringe ao Carnaval da Bahia nem ao da cidade do Rio de Janeiro, mas, inspirados por este, todos os carnavais do País seguem o mesmo caminho.
Como quem vai no último vagão de um trem, até o infeliz e também blasfemo Carnaval de Jesus vai na mesma direção, apenas mais atrasado.
Ano passado e neste de 2012, o blog Rio de Janeiro Resiste, propôs aos seus leitores, que sentem a mesma indignação e repulsa por este grande pecado, um desagravo, o qual convidamos nossos leitores a fazer este ano, rezando com compenetração várias vezes a oração “A Jesus Crucificado”.
Não nos esqueçamos que, nós católicos, temos a obrigação de cumprir os mandamentos da Lei de Deus e da Santa Igreja, por isso, participar de qualquer evento com as características que o Carnaval tem hoje, é ir contra os princípios cristãos. Vale lembrar que até assistir pela TV cenas que ofendem a Deus equivale a uma participação indireta.
Nós, paulistas católicos, sentimo-nos agredidos pelo fato da máquina pública ser posta à disposição deste evento tão ofensivo a Cristo Nosso Senhor; e lamentamos profundamente que, pelo seu lado não bom, o Carnaval atraia tantas pessoas, que vêm aqui para gastar o seu dinheiro esbaldando-se em prazeres pecaminosos.
Nessa ocasião nossa cidade, fundada por Nobrega e Anchieta, trai enormemente seu passado católico, e, pior, neutraliza para incontáveis almas os efeitos sagrados da redenção.
Sem dúvida não é este futuro que seus fundadores desejavam para São Paulo. E não é isto que também nós desejamos para nossa querida cidade. Estou certo, que muitos católicos autênticos concordam comigo.
Em seguida a magnífica oração.

A Jesus Crucificado
Eis-me, ó bom e dulcíssimo Jesus, prostrado de joelhos em Vossa presença, e Vos peço e rogo com o mais ardente fervor da minha alma que imprimais no meu coração vivos sentimentos de fé, esperança e caridade, e um verdadeiro arrependimento de meus pecados, com propósito firme de me emendar, enquanto considero com grande afeto e dor de alma as Vossas cinco chagas, tendo diante dos olhos o que já o Santo Profeta David dizia de Vós, ó bom Jesus: “transpassaram as minhas mãos e os meus pés, e contaram todos os meus ossos”.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Enchendo pneu furado

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados vetou, no último dia 19 de outubro, um projeto de lei que permitiria aos pais darem formação escolar para os filhos em casa, dispensando-os de frequentarem a escola, se assim o quisessem.
O nível espantosamente medíocre, para dizer só isso, do ensino dado às nossas crianças pela rede pública deveria deixar os Deputados esperançosos com a nova experiência. Afinal, se o objetivo é fazer com que as crianças aprendam, encontrar uma solução eficaz para a crise atual do ensino deveria representar um alívio aos Deputados e, inclusive, despertar neles o desejo de favorecer ao máximo o esperançoso caminho encontrado, aliás com resultados positivos comprovados nos EEUU.
Será que o objetivo das nossas autoridades do ensino consiste mesmo em que as nossas crianças aprendam? A julgar pelos fatos, não dá para crer.
É público e notório que o ambiente das escolas torna impossível um verdadeiro aprendizado. As normas educacionais impedem a aplicação de uma real disciplina dos alunos e geram verdadeira anarquia dentro das salas de aula; presente a anarquia, a violência aflora necessariamente a ponto de uma notícia recente do Estadão.com.br apontar para a ocorrência de um crescente número de professores obrigados a se submeter a tratamento psicológico por estresse pós-traumático.
Outro fator predatório da mentalidade sadia é a promiscuidade entre as crianças de sexo diferente gerando toda sorte de absurdos, entre os quais danças funk e imoralidades de toda ordem dentro das instituições de ensino.
Resultado: aproveitamento do estudo abaixo da crítica! E pior, o futuro dessas crianças, e o do Brasil, gravemente comprometidos!
Por que, então, tanta tirania, impondo aos pais, capazes de dar melhor formação, que coloquem seus filhos nas escolas?
Será exatamente porque lá eles adquirem uma mentalidade anarquista, imoral e coletivista? Em outras palavras, uma mentalidade ateia, socialista e comunista? Gramsci, teórico comunista italiano do início do século passado, já apresentava a hegemonia educacional do Estado como meio para formar os cidadãos comunistas.
Para a esquerda, é necessário impor artificialmente às crianças, enquanto estas se encontram em tenra idade e desprovidas de um juízo crítico, uma mentalidade que mais tarde elas teriam condições de rejeitar.
* * *
Outro foco de anarquismo, ateísmo e promiscuidade podemos encontrar em alguns ambientes de universidades como a USP, por exemplo. A presença de grupos de alunos fumando maconha abertamente no ambiente da instituição obrigaram a Reitoria a pedir a intervenção da Polícia Militar. Retaliando, esse grupelho de alunos promoveu uma paralização da Universidade exigindo a retirada da polícia. Não concorde, a maioria dos alunos votou “direitamente”, é preciso dizer, pela manutenção da Polícia no local e a volta às atividades. Na sequencia dos fatos, cerca de cem alunos, fazendo uso da força, invadiram o prédio da administração e o dominaram.
Na realidade, na USP, uma minoria extremista de esquerda mantem um caldeirão de revoluções sempre pronto a ferver quando resolve acionar, artificialmente, o “controle” da chama.
* * *
Fechando o círculo, vejamos o movimento dos indignados, reencarnação apagada dos fracassados Fóruns Sociais Mundiais, disputando com os moradores de rua o espaço embaixo do Viaduto do Chá. O desânimo e a falta de garra do movimento é tão notória que o público paulista, sempre apressado pelos compromissos, os vê como desocupados empregando o seu tempo a favor de uma causa de si simpática, mas nesse contexto frustra: acabar com a corrupção. Coisa que para os passantes parece uma utopia. A expressão de fisionomia desses indignados é de quem preferiria mesmo estar em casa, mais bem acomodados. Onde estão os líderes chamejantes da Revolução de Maio de 68? Acabaram... Mais um artificialismo.
* * *
Fica-se com a clara impressão de que a esquerda, sempre desejosa da adesão entusiasta, convicta, principalmente das classes trabalhadoras, gasta o seu esforço hercúleo sem o resultado esperado. Como com os adultos as coisas não estão pegando, o jeito é recorrer à ditadura sobre as crianças para ver se no futuro aparecem os autênticos filhos de sua ideologia falida.
Para um observador atento, os esquerdistas estão “tentando encher um pneu furado”.
Não será a véspera do fim de uma era e o início de algo novo? E esse algo novo não será uma reviravolta total com a consequente esmagadora vitória de Deus? 
Estou convencido disso.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Moral autêntica ou ditadura total?

A Folha de São Paulo trouxe a notícia de que no primeiro semestre deste ano o número de acidentes automobilísticos com vítimas fatais aumentou de 40% comparado com mesmo período de 2010.


Há quem culpe o Governo por isso, especialmente pela impunidade dos responsáveis, sugerindo mais e mais fiscalizações. Caminhando assim, como evitar uma infinidade de leis e consequentemente uma ditadura que vasculhe a intimidade de todo mundo?
O excesso de leis é sinônimo de ineficácia e fraqueza. Lembra uma planta com incontáveis estacas para se manter de pé.
Ora, sejamos objetivos, a campanha, aliás, impopular do desarmamento não faz diminuir a criminalidade; como a “faxina” não faz diminuir a corrupção; como a campanha contra a aids através dos preservativos não faz diminuir os contágios; as atuais condutas educacionais não fazem recuar a ignorância nas escolas; nem os rinocerontes espalhados pela cidade criarão conscientização alguma.


O problema, conforme afirmou Plinio Corrêa de Oliveira está no homem, portanto, nos brasileiros.
A única maneira de resolver os nossos problemas sociais é recriar nos brasileiros o senso moral e religioso. Há coisas que o homem só faz se for por um motivo superior a ele mesmo.
Para isso, a igreja precisaria se esmerar no seu discurso e voltar a fazê-lo nos termos que influenciavam a fundo as mentalidades santificando-as e moralizando-as verdadeiramente; discurso digno de autênticos representantes de Nosso Senhor Jesus Cristo, como heroicamente o faz uma parte de seus membros.


Estamos vivendo as consequências de um afastamento em relação a Deus promovido pelas mídias, pelas modas, pelo ensino escolar e universitário, por uma conduta tristemente desviada de tantos religiosos que se omitem em pregar a Religião de um modo verdadeiramente eficaz.
Precisamos trazer Deus de volta e abrir os corações para que Ele reine.
A não ser isso, tudo o que se faça de nada valerá. Caminhamos para um comunismo “primitivizante”, sem valores espirituais e morais autênticos que lançará a sociedade no mais cruel desfazimento e nos liquidará pessoalmente.
Reajamos, ou pereceremos.
Para os que têm Fé, é seu grande momento, o de mudar, com a graça de Deus e de Maria, os rumos da História.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O comum dos brasileiros não é igualitário, não é racista, não tem inveja



No dia 14 de Agosto a Orquestra Sinfônica Heliópolis executou na Sala São Paulo alguns clássicos. Admirador entusiasta de Mozart, decidi comparecer, mas, confesso, fui também muito atraído pela oportunidade de medir a capacidade dos moradores da maior favela de São Paulo.
Afinal, segundo o enfoque esquerdista tanto propalado pelas mídias, no qual nunca acreditei digo de passagem, as favelas são um cadinho de revolução social, de luta de classes e, portanto, eu deveria encontrar um conjunto de revoltados, igualitários e arrogantes músicos pobres provando para as elites ricas que não existem desigualdades, que somos todos idênticos em valores etc. Isso eu queria comprovar de perto, ao vivo.
Meu encanto foi encontrar a confirmação exatamente do oposto.
Primeiramente a execução primorosa de um repertório requintado do imortal Mozart e do também muito aristocrático Haydn dominando o programa. O bom gosto da orquestra em treinar e executar obras de ambos demonstra uma abertura para um belo autêntico, fino, do melhor quilate.
Todos os assistentes puderam perceber como os executores gostam de Mozart e Haydn, fato difícil de coadunar com quanto se tenta incutir a ideia de uma juventude bárbara e adepta do que há de mais imoral, louco e descabelado.
Fiquei realmente impressionado com o potencial do nosso “populino”. Que favelados – sem nada de depreciativo -  possam subir assim é um dom para o Brasil!
Não nego que haja muita decadência envolvendo todo o nosso ambiente social, mas afirmo que existem possantes restos de bom gosto, de apetências boas, de vontade de fazer algo de valor, que bem aproveitados, autorizam grandes esperanças de uma verdadeira regeneração.
O comum dos brasileiros não é igualitário, não é racista, não tem inveja. Ama subir, aprimorar-se, encantar. E isso à margem do esforço gigantesco especialmente de certa mídia para corromper, depravar, apodrecer especialmente a juventude.
O que será desses valores todos que caracterizam nosso povo?
Haverá o seu reto aproveitamento para uma verdadeira elevação social? Não sei.
Melhor dizendo, não sei por parte dos homens, mas não renuncio crer que, em dado momento, sem que possamos prever qual, Deus saberá onde encontrar as pessoas e os meios para soerguer novamente o Brasil do abismo moral e religioso para onde foi atirado. 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

A overdose dos vícios e a estrela cintilante

Nada mais nada menos do que 27 cidades do interior de São Paulo apresentam um índice de homicídios a nível de epidemia, publica o Estado de São Paulo na internet hoje, 27 de julho.
É estarrecedor! Aliás, mais um aspecto estarrecedor dentro da sociedade.
Sim, estarrecedor; e, pior, a tendência é aumentar.
Lembremo-nos que a produção de bandidos está tão grande que dezenas de milhares deles estão sendo devolvidos à sociedade por falta de espaço nas prisões...!!!


Num livro sobre a evangelização na região das fronteiras do Paraguai, Argentina e Brasil, no tempo das missões, o Padre Montoia faz referência à existência de uma víbora altamente venenosa que, ao dar à luz dezenas de filhotes, era logo devorada por todos eles.
Da mesma forma, nossa sociedade, à maneira de uma imensa hidra, desova de seu ventre podre uma incontável e crescente quantidade de elementos que lhe são danosos e se lançam contra ela mesma.
Considerando outros problemas sérios que estão se agravando em São Paulo e seu interior, encontraremos o consumo de drogas, os roubos, os assassinatos por aborto voluntário, a corrupção, a sexualidade infantil e adolescente, o incesto, a liquidação das famílias etc.


Mais terrível ainda, as autoridades estão autorizando marchas pelo consumo da maconha, pagam a passeata homossexual com dinheiro público, equiparam a união homossexual à família natural etc.
Tudo isso tem um denominador comum: é um conjunto de ações contrárias à Lei de Deus, dada esta por Ele exatamente para fazer o bem estar e o desenvolvimento autêntico da sociedade. Em outras palavras, tais atos constituem imensos pecados sociais.
Já imagino alguém objetar:
Vamos de vagar. O metrô está aumentando, as ruas estão sendo recapeadas, estão fazendo ciclovias etc.
A resposta é: Essas melhorias são secundárias. Equivalem mais ou menos a passar pomada nos pés de um agonizante de câncer.
Nossa sociedade padece de um conjunto de vícios e, à maneira de um paciente, acabará morrendo por overdose de todos eles.


Nesse dia, que Deus nos assista, as consequências serão imprevisíveis.
Será o castigo para a sociedade pelo fato de ter voltado as costas para o seu Criador.
Há, por acaso, no horizonte algum sinal de volta atrás nessa marcha da morte?
Buscando com o olhar não percebemos nada de realmente consistente e proporcional; a não ser uma estrela que brilha no céu acesa por Nossa Senhora em Fátima que cintila a promessa:


 “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!
E nossa Fé nos dá a certeza de que realmente esse triunfo virá.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Parada homossexual e ditadura anti cristã...

Está anunciada mais uma parada do movimento homossexual para este mês.
Um católico convicto dos ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, e na posse do direito inalienável de praticar a religião sem ver atingida sua consciência, não pode estar de acordo com a essência pecaminosa do movimento nem com a sua imposição. Sobretudo sendo os cristãos a esmagadora maioria da população. Que democracia é essa?
A realidade tem mostrado que após cada parada se sucede um afastamento gradual de uma parte imensa da população que, por pressão psicológica, não sentindo condições de externar uma reação, cala-se insatisfeita, contrariada, entristecida.
Realmente, comparada com a população brasileira, trata-se de uma ínfima minoria alardeada pela mídia e apoiada até financeiramente (dinheiro público em parte) por personalidades e autoridades, que aufere o privilégio de ter como palco o principal ponto de concentração da maior capital do País, a Avenida Paulista.
Para se ter uma ideia do favorecimento artificial dessa causa, nos últimos anos a mídia tem noticiado uma média de 3 a 3,5 milhões de participantes.
Ora, conforme os cálculos abaixo, isso é absolutamente impossível.
A Avenida Paulista mede 2.800 metros de comprimento por 48 metros de largura.
Tais dimensões correspondem a uma área de 134.400 metros quadrados.
Se considerarmos 4 pessoas por metro quadrado, o que é absurdo numa manifestação,  teríamos, no máximo, 537.600 participantes.
Esse total pressuporia a Avenida Paulista lotada de ponta a ponta. Isso não se dá. Moro no início da Avenida até onde a concentração, com epicentro no Masp, nunca chega. A mesma densidade também não acontece na outra ponta, a da Avenida da Consolação.



A foto acima foi publicada por um jornal online em 2008 com a legenda: Mais de 3,5 milhões de participantes lotaram a Avenida Paulista.
Quem vê a foto pode ficar impressionado com a multidão. Vejamos:
Para caberem 3.500.000 pessoas na Paulista, seria necessário que ela tivesse 6,5 vezes mais a largura ou o comprimento que tem. Ainda que toda a Av. da Consolação ficasse lotada juntamente com a Paulista, esse total não seria atingido.
Por que mentir assim para a população?
Tanto a mídia, como autoridades e organizadores participam dessa divulgação descabidamente exagerada. Ora, o cálculo acima é simplíssimo e irrefutável...
Por que negar a verdade?
Só pode ser para dar a impressão de que o movimento é muito maior e mais forte do que é na realidade.
Não nos esqueçamos de que as notícias sempre disseram que vem gente do mundo inteiro participar. Logo a desproporção dos participantes nacionais com a população brasileira é ainda muito maior.
Um dia ficará claro porque tanta pressão para impor ao Brasil cristão algo tão violentamente contrário à sua consciência religiosa.
E porque essa ditadura, sim, é aceita pelas esquerdas “democráticas”...
Que o Apóstolo São Paulo, nosso patrono, vele por nós e nossa cidade.